11 maio 2016

Oi, amoooooores! Tudo bem?

Hoje vim falar da famosa água termal. Vale a pena mesmo? Faz diferença? Ou vou pagar os zóio da cara só pra refrescar o rosto?

Antes de comprar minha primeira água termal me fazia essas mesmas perguntas aí de cima, afinal a ideia de pagar mais de 50 reais num vidrinho com água não era nada atraente. Decidi comprar a bendita e venho usando quase todos os dias desde 2014 e vou dizer: VALE A PENA SIM!!

água termal: vale a pena?

A água termal tem propriedades suavizantes, calmantes e antioxidantes. Traduzindo, ela tem poder de deixar o aspecto da pele mais lisinho e uniforme; pode acalmar peles avermelhadas e queimadas do sol;  também pode prevenir o envelhecimento e amenizar os efeitos degradantes do sol. Muita coisa, não é? E ela cumpre o que promete. Lógico que você não vai perceber isso tudo logo na primeira borrifada, mas com o uso contínuo de pelo menos 2 vezes ao dia, após umas 2 semanas você já consegue ver resultados.

Logo nas primeiras semanas de uso já percebi que ela ajudou no controle da oleosidade da minha pele, e com isso os cravinhos e espinhas deram uma considerável diminuída. Após usar por mais ou menos um mês, consegui perceber um aspecto de pele mais saudável e viçosa, mais uniforme, sabe. Já a ação das propriedades antioxidantes só ficou visível pra mim depois de vários meses de uso, causando uma leve impressão de rejuvenescimento.

Geralmente a utilizo 2 vezes por dia, dou umas borrifadas pela manhã logo após lavar o rosto e à noite após o último banho antes de dormir. Também gosto de usar antes de fazer a make e depois, após o demaquilante.

Como já uso a água termal desde 2014, deu pra perceber bem os efeitos. Por um bom tempo ela foi meu único produto de cuidados para a pele, consigo perceber claramente a diferença do meu rosto quando a utilizo diariamente e após os dias que eu acabo esquecendo me dá preguiça de usá-la ou de quando acaba e demoro a comprar.

Água termal: por que comprar?

E você, já usou água termal? Gostou? Se não usou, pretende comprar?

Deixe suas impressões nos comentários!

Beijinhos, beijinhos! Até a próxima!



9 maio 2016

sua conectividade não é real

No mundo extremamente conectado que vivemos hoje é muito fácil se envolver, querer fazer ‘N’ coisas, estar em inúmeros lugares e conquistar vários objetivos – todos aqueles que nos propomos ao visualizar cada assunto novo que nos sobressalta – é a “dieta do momento”, a “série que acabou de sair”, o “celular novo que lançou”, o “festival que todo mundo tá falando”, até coisas mais sérias e complexas como movimentos e política. É fácil ficar empolgado, extasiado… absorver o máximo de uma vez só, pra minutos ou alguns dias depois se sentir fatigado ou entendiado de tudo aquilo. Não porque o assunto não nos interessa, mas porque, no momento, já está “bombando” uma nova paixão para nos dedicar.

No dia seguinte a gente já sabe o que sempre acontece. Nos sentimos entediados por coisas que nem chegamos a viver de fato, a intelectualidade do “li/fiz aquilo nas redes sociais”. O tempo passa sem realmente vivermos, se vai no estilo “só por passar”, quando nos damos conta, lá se foram anos, décadas… E em que realmente mergulhamos de fato? O que vivemos e o que compartilhamos no mundo real? São tantos hobbies de “gaveta”, projetos de “pasta de inspiração” que nunca se tornaram sequer um terço reais.

É ótimo viver conectado, nos dá tantas possibilidades, tanto conhecimento e pontos de vista… mas precisamos conseguir encontrar o equilíbrio entre a famosa pergunta do topo da página “No que você está pensando?” e EM QUE VOCÊ VAI REALMENTE FAZER AGORA? Para assim não cairmos num loop infinito, onde as curvas do tempo vão guiando a vida.



7 maio 2016

Vamos nos jogar?

Hello, mes enfants!

Tudo bem?

Eu poderia simplesmente retornar ao blog sem nenhuma justificativa pelo sumiço, mas acho que devo a vocês uma explicação, e pra ser sincera, vou me sentir muito melhor depois de tudo esclarecido.

O blog, há muito tempo, é o meu “grande” projeto, aquilo que quero mesmo fazer e seguir, mas sempre me assustei com o tamanho da dedicação pra isso dar certo. Não que eu queira que tudo seja extremamente fácil, mas pra eu me jogar de cabeça por aqui envolve muitas coisas, inclusive abrir mão de atividades que envolvem questões financeiras. Levo duas jornadas de trabalho, fora as outras atividades, e não conseguiria inserir mais uma terceira jornada nesse meio.

Acho que é até normal termos medo do novo, mas em situações que dependem somente de nós mesmos, o desconhecido sempre me assustou profundamente. Tenho medo de encarar a derrota, caso este seja o fim do caminho pelo qual escolhi. Porém, também me angustia continuar simplesmente caminhando no escuro e ver que nunca sequer tentei. “E se eu tivesse agido diferente há dois anos atrás?” “E seu eu já tivesse feito, como eu estaria agora?” São sempre as mesmas dúvidas que continuam a pairar sobre minha cabeça, a famosa pulguinha atrás da orelha.

Nessa jornada entre querer fazer e realmente tomar coragem de fato, me vi colocando a culpa em diversas questões, menos em mim mesma. Sabe quando a gente tem receio de abrir a janela e fica arranjando desculpas de que tá frio, tá claro, tá quente, tá escuro… enquanto era só levantar, caminhar até ali e se abrir pra um mundo novo? Criei obstáculos para me confortar: num dia determinava que retomaria o blog quando eu tivesse decorado o Atelier, porque queria lançar o canal no Youtube e precisava de um cenário legal pra isso; no outro dia definia que no início do próximo mês começaria a escrever posts frequentemente, porque na minha cabeça, eu já estaria mais “folgada”. E as datas iam passando sem eu nada mudar. Já tem quase DOIS ANOS que o blog está nesse endereço e com esse layout e só tem 10 posts, dá pra acreditar?!

Dessa vez decidi que vai ser diferente, pelo menos acho que consegui juntar coragem suficiente para assumir a minha parte na culpa. Fazer isso aqui funcionar só depende de mim, em deixar meus medos e receios para trás e seguir em frente. Se não der certo? Pelo menos vou dizer que eu tentei, e viverei bem com isso. Transformar o medo em impulso é a melhor troca que posso fazer por hoje.

Quer se jogar comigo?