25 maio 2016

como-encarar-meus-medos

Você certamente já sentiu medo diversas vezes em sua vida e os guardou secretamente. Posso até sentir que alguns desses medos ainda o acompanha, mas você não fala sobre isso com ninguém. Não há vergonha em sentir medo, ter medo faz parte de sermos humanos: ele é a cautela para te proteger de perigos e o extinto para que você não faça mal a alguém. Então, quando se preocupar com o medo afinal?

Quando o medo te paralisa, te impede de fazer coisas que gostaria e de seguir o seu caminho, quer dizer que ele se tornou maior que você e está na hora de tomar uma atitude. Neste momento, não é hora de sentirmos vergonha, pois não existem medos grandes ou medos bobos, existe sim a importância que você dá pra ele em sua vida. O medo do escuro de uma criança de 3 anos não é mais banal do que o seu medo em não conseguir ter a carreira que deseja, o medo é proporcional aos nossos maiores anseios. Para vencê-lo, coloque como prioridade cada passo que terá que dar para alcançar o seu objetivo, escale o muro um passo de cada vez, quando perceber, já estará admirando a paisagem do outro lado.

frase-motivacional-sobre-medo

Ao enfrentar seu medo pela primeira vez, você ganhará mais força e confiança em si mesmo, tornando seu medo menor à medida que você o encara. Por fim, terá descoberto que aquele medo não te impressiona mais: como uma árvore que cresce e lá de cima vê suas folhas secas jogadas ao chão, você terá se sobreposto a ele. Deste momento em diante, você terá a certeza que o medo saudável é aquele friozinho na barriga que nos impulsiona a seguir em frente.



17 maio 2016

Fama?

Helloooooo, mes enfants!!

Tudo bem?

Vamos falar de um assunto sério e um tanto polêmico. Acompanho diversas blogueiras e youtubers, e tenho visto tanta coisa por aí que é bom tocar no assunto e pararmos para refletir.

Sei que o sonho de toda blogueira / youtuber é ser famosa, inclusive eu, não vou ser hipócrita. Mas será que somente a fama define mesmo uma blogueira?

Infelizmente, o que mais vemos por aí são blogueiras que depois de conseguirem sucesso esquecem suas origens e os assuntos que mais a fizeram chegar lá. Ser blogueira não é ter fama, ser blogueira é se preocupar com o seu público, ter frequência de postagens, ficar atenta ao que seu público mais gosta e atendê-lo sempre que possível. É ter qualidade de posts, e estar preocupada com a sua escrita.

Ir a eventos e largar seu blog ou canal sem conteúdo não te fazem uma blogueira profissional. Estar na correria e deixar programado somente os posts que você tem contrato, muito menos. Não é simplesmente acordar pela manhã e escrever a primeira coisa que lhe vem à mente, só pra não deixar seu blog sem atualização.

Acho que pelo receio de conseguir dar conta de todo esse comprometimento, eu por inúmeras vezes, larguei o blog abandonado. Perdi as contas de quantos posts tenho no “rascunho” simplesmente porque acho que falta algo e ele não está bom o suficiente para ir ao ar.

Ser blogueira é estar engajada sempre! É se propor a pesquisar, aprender e surpreender seu público a maior quantidade de vezes possível. É não abandoná-lo quando as coisas estão a mil por hora, mesmo que seja na parte profissional ou pessoal. Afinal de contas, quem te possibilitou a chegar onde você está?

Por hoje é isso, fica aqui a minha campanha: por blogueiras mais profissionais COM O SEU PÚBLICO!

E você, o que acha do assunto?

Beijinhos, beijinhos!



9 maio 2016

sua conectividade não é real

No mundo extremamente conectado que vivemos hoje é muito fácil se envolver, querer fazer ‘N’ coisas, estar em inúmeros lugares e conquistar vários objetivos – todos aqueles que nos propomos ao visualizar cada assunto novo que nos sobressalta – é a “dieta do momento”, a “série que acabou de sair”, o “celular novo que lançou”, o “festival que todo mundo tá falando”, até coisas mais sérias e complexas como movimentos e política. É fácil ficar empolgado, extasiado… absorver o máximo de uma vez só, pra minutos ou alguns dias depois se sentir fatigado ou entendiado de tudo aquilo. Não porque o assunto não nos interessa, mas porque, no momento, já está “bombando” uma nova paixão para nos dedicar.

No dia seguinte a gente já sabe o que sempre acontece. Nos sentimos entediados por coisas que nem chegamos a viver de fato, a intelectualidade do “li/fiz aquilo nas redes sociais”. O tempo passa sem realmente vivermos, se vai no estilo “só por passar”, quando nos damos conta, lá se foram anos, décadas… E em que realmente mergulhamos de fato? O que vivemos e o que compartilhamos no mundo real? São tantos hobbies de “gaveta”, projetos de “pasta de inspiração” que nunca se tornaram sequer um terço reais.

É ótimo viver conectado, nos dá tantas possibilidades, tanto conhecimento e pontos de vista… mas precisamos conseguir encontrar o equilíbrio entre a famosa pergunta do topo da página “No que você está pensando?” e EM QUE VOCÊ VAI REALMENTE FAZER AGORA? Para assim não cairmos num loop infinito, onde as curvas do tempo vão guiando a vida.